Monitorando Lusi, o vulcão de lama de Java
Última imagem: 8 de agosto de 2008 pelo FORMOSAT-2
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O que mudou:
A lama está secando em alguns lugares ao redor do vulcão. Diversos fatores explicam essa mudança: as monções de verão ou as monções de seca contribuem para a evaporação, o bombeamento e a drenagem do rio funcionam e a erupção cai de intensidade.
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Estudo de caso: o vulcão de lama Lusi, evento em Java
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Event
Desde o dia 29 de maio de 2006, um vulcão de lama vem expelindo materiais quentes, viscosos e de mau cheiro no distrito de Sidoarjo, a leste da ilha de Java, na Indonésia.
Entre 5 000 e 150 000 m3 de lama estão sendo diariamente lançadas do vulcão. A lama provém de um bolsão de água quente pressurizada a 2 700 metros abaixo da superfície. Ao subir, a água mistura-se com sedimentos formando uma massa viscosa de lodo, que se espalha ao redor da cratera do vulcão, formando um pico.
Muitos especialistas acreditam ser impossível prever até quando a erupção vulcânica continuará. O vulcão pode continuar a expelir lama por anos ou décadas.
Veja a análise detalhada do local e a avaliação inicial dos riscos
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A Necessidade
O vulcão de lama Lusi deve ser monitorado para que possam ser compreendidos os fenômenos naturais que ocorrem e para mensurar a eficácia das barragens e canais de drenagem construídos pelas autoridades da Indonésia.
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A Solução
Mensalmente a Spot Image incumbe o satélite FORMOSAT-2 de adquirir imagens e rastrear a erupção do vulcão de lama. As mudanças são destacadas mediante a comparação de imagens de antes e depois do evento. Essas mudanças são, então, gravadas e distribuídas.
Veja a série completa da evolução do vulcão
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